Determinantes do Investimento Direto Estrangeiro: Evidências Empíricas para os Países da África Subsaariana

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Data
2020
Autores
dos Santos, Nelson
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Resumo
Esta dissertação procura reforçar a literatura do IDE no contexto dos países de África Subsaariana, analisando os fatores que direcionam este tipo de investimento para vinte e oito países da região, entre 2002 e 2017. Dado que o IDE apresenta relação com seu valor passado, bem como, com outras séries económicas utilizadas neste estudo, o uso do painel estático é passível de alguns problemas, com destaque para a endogeneidade. Sendo assim, a estratégia empírica adotada foi o modelo de painel dinâmico por meio do Método dos Momentos Generalizados (GMM), proposto por Arellano e Bond (1991), Arellano e Bover (1995) e Blundell e Bover (1998), por gerar estimadores mais consistentes. Em suma, os resultados sugerem que as entradas do IDE para ASS durante o período observado foram, sobretudo, em busca de mercado e recursos naturais. Dado que o nível de poupança doméstica na região é baixa, os fluxos de IDE constituem um mecanismo importante. Sendo assim, medidas que reforçam a estabilidade macroeconómica, induzindo o crescimento económico e o controle da taxa de inflação, gerando maior previsibilidade da economia, aliada a uma verdadeira operacionalização dos blocos comerciais regionais existentes, bem como uma agenda de reformas institucionais em direção a estabilidade institucional, devem ser encorajadas.
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dos Santos, Nelson. 2020. Determinantes do Investimento Direto Estrangeiro: Evidências Empíricas para os Países da África Subsaariana. Praia.